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© 2017 by Associação Sociocultural Atrevida

III Concurso  Internacional

de Autores Infantojuvenis

Atrevida

Entrega de Prêmios III Concurso Atrevida.

Lançamento oficial da III Antologia Atrevida.

 

Salão Nobre da Universidade de Lisboa, 2015

III Antologia Atrevida


Só para atrevidos

Só para atrevidos. Efetivamente, este livro é só para atrevidos. Se és dos que acreditam no poder da palavra, na sua capacidade emancipadora, na sua possibilidade de realização e de construção de um mundo mais justo e equilibrado, mais emocionante e atrevido; se és dos que olham com esperança para o futuro e reconhecem o presente como um tempo onde praticamente tudo está ainda por fazer ou desfazer, e onde não sobra ninguém nesta tarefa; se és capaz de sorrir todas as manhãs e estás disposto a surpreender-te perante o maravilhoso quotidiano, então, és um atrevido e este é, sem dúvida, o teu livro!

 

Com esta III Antologia Atrevida continuamos na batalha pela defesa da alegria no mundo contra discursos estéreis e derrotistas, oferecendo uma seleção do melhor da produção literária da mais jovem lusofonia, evidenciando deste modo as possibilidades ainda não devidamente exploradas por parte da comunidade educativa e da sociedade no general daquilo que os mais jovens nos podem oferecer e do muito que todos temos para aprender com eles.

 

Este livro não te defraudará! Garantimos-te que a sua leitura é uma festa, uma lição e celebração da vida mesma! Alta literatura, atrevidas e surpreendentes criações saídas do imaginário dos jovens da nossa lusofonia.

 

Atreve-te a ser um atrevido! Entra nas páginas e nas estórias deste livro e prepara-te para uma viagem apenas suspeitada, cheia de alta literatura, surpresas e feliz atrevimento! E lembra-te, para o amor tudo é fácil e nunca o presente esteve tão cheio de futuro!

Membros do Júri

Afonso Cruz

 

FIGUEIRA DA FOZ

É escritor, ilustrador e músico (pertence à banda The Soaked Lamb).

 

Em Julho de 1971, na Figueira da Foz, era completamente recém-nascido e haveria, anos mais tarde, de frequentar lugares como a António Arroio, as Belas Artes de Lisboa, o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e mais de meia centena de países.

Miguel Manso

 

SANTARÉM

Nasceu em 1979, em Santarém, com a promessa de uma infância-para-sempre. Quando tudo lhe corria pelo melhor (férias grandes, ribeiras, berlindes) compreendeu que não seria bem assim: tornou adulto e num instante. Já ia para ficar velho e chato mas lembrou-se de reaver uma mania antiga de quando era tenro e esperto: escrever, inventar. Dizem-lhe que está cada vez mais novo.

 

Cada livro seu que publica é um passo mais firme de volta à casa na árvore, à bolha de saliva, ao botim no charco. Já escreveu nove livros, e de poemas... Reparem como quase gatinha outra vez e avança aos soluços até ao sítio mais sossegado, aí onde escrita e escritor são um ventinho só, misturado.

SANTARÉM

Nasceu em 1979, em Santarém, com a promessa de uma infância-para-sempre. Quando tudo lhe corria pelo melhor (férias grandes, ribeiras, berlindes) compreendeu que não seria bem assim: tornou adulto e num instante. Já ia para ficar velho e chato mas lembrou-se de reaver uma mania antiga de quando era tenro e esperto: escrever, inventar. Dizem-lhe que está cada vez mais novo.

 

Cada livro seu que publica é um passo mais firme de volta à casa na árvore, à bolha de saliva, ao botim no charco. Já escreveu nove livros, e de poemas... Reparem como quase gatinha outra vez e avança aos soluços até ao sítio mais sossegado, aí onde escrita e escritor são um ventinho só, misturado.

Mallu Magalhães

 

SÃO PAULO

 

Minhas viagens a tocar começaram com apenas 15 anos, quando larguei o pouco que tinha para viver de som. Vivo de amor, de ternura, também de medo e de frio. Vivo por coragem.

 

Nas artes, resultei numa vítma de mim mesma e colho, aí, os frutos do meu próprio vulcão. Tenho o riso frouxo de quem faz o que quer e tem a memória ruim.

Marta Amaral

 

LISBOA

Vencedora do II Concurso La Atrevida com o texto "Breve Conto do Cantor Mudo", nasceu em Portugal, mas viveu em França até aos três anos. Chegada a Lisboa, contra a vontade dos pais, recusou-se a voltar a falar francês. Desde sempre foi assim, obstinada e pertinaz. E ainda bem, porque se pôde dedicar inteiramente à sua língua, que tanto adora.

 

Já desde pequena é Marta, a Tagarela. Fala muito, muito, mas mais ainda do que falar, gosta de escrever! A todas as palavras associa uma cor, ou um som, ou um aroma. Gosta de palavras com 'L's: fluido, metálico, lima. Não sabe ainda o que quer ser, mas sabe, e com toda a certeza, que continuará a escrever.

António Carlos Cortez

LISBOA

Nasceu em 1976, em Lisboa. Foi criado em Benfica, na Calçada do Tojal, rua onde, até inícios dos anos ´90, se realizaram memoráveis jogos de futebol entre o Borússia do Monte Lá De Baixo e o Cantareira. Nas cinco épocas em que militou nessa equipa (1984-1989) foi eleito segundo melhor marcador, atrás do mítico Miguel Ângelo de que todos ouviram falar.

 

Foi também um gazeteiro frequente às aulas da Escola Preparatória da Quinta de Marrocos (1987-1990). Ora reprovando, ora chumbando, faltava para ouvir também The Doors, banda que ditatorialmente vincou o seu gosto musical até hoje; e ler poesia, a do «Rei Lagarto», passando por Lou Reed até descobrir alguns malditos. Baudelaire, sobretudo. Um dia fixou estes versos: «Correm turvas as águas deste rio» e pensou em como as palavras dizem o mundo. Foi esse o problema. Pendurou as chuteiras e dedicou-se a tentar fazer das aulas que lecciona um constante encontro com a vida da poesia.

 

Faz crítica literária. É professor de literatura e tem a convicção profunda de que foi combatente no Vietname entre 1965-1967, onde morreu para reencarnar uma década depois. Tenta ser um bom cristão. Publicou sete livros de poesia. Recusa uma literatura sem forma. Acredita na frase “terrorismo é amor”, que é como quem diz “no mundo do terror, só o amor poderá combatê-lo”. É fã de Roland Barthes, de bons vinhos, bons queijos e boas conversas.