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II Concurso  Internacional

de Autores Infantojuvenis

Atrevida

II Antologia Atrevida


"A Pátria é a infância"
Autêntica Literatura Infanto-Juvenil

Este livro é um milagre, uma autêntica declaração de intenções que veio para ficar, para vingar e para reivindicar o lugar que merece dentro das letras lusófonas.

 

Este livro vem de todos os cantos da lusofonia e dirige-se ao mundo inteiro, cantando e contando verdades que merecem ser lidas, ouvidas e vividas, e com as quais temos todos muito que aprender.

 

Este livro é uma demonstração de liberdade, criatividade e força imaginativa com as que os jovens autores de entre oito e catorze anos de toda a lusofonia podem contribuir ao vigor e saúde da língua lusófona.

 

Este livro é o vosso livro, amigos atrevidos, vós que não tendes medo de vos adentrardes nas florestas da mais poderosa e livre imaginação, a dos autores infanto-juvenis, que contribuem, aqui, com o seu puro e descarnado verbo para devolver à literatura infanto-juvenil o lugar que sempre lhe pertenceu.

 

Bem-vindo à palavra nova, à vanguarda do porvir, ao universo atrevido. Apenas tereis de vos adentrar nestas páginas para vos deliciardes com o inédito, entre suspiros de esperança e emoção e serdes partícipes da cerimônia atrevida da infância!

Entrega de Prêmios II Concurso Atrevida.

Lançamento oficial da II Antologia Atrevida.

Salão Nobre da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2014

Alice Vieira

 

LISBOA

Nasceu em 1943 na Av. Almirante Reis, em Lisboa, donde saiu aos 15 dias de idade. Desde então tem repartido a sua vida por vários lugares – Lapas, Rio de Mouro, Ericeira, Costa Nova, Paris, etc. – mas regressa sempre ao lugar de origem.

 

Estudou para professora – e nunca foi professora. Nunca estudou para jornalista – e foi a sua profissão durante a vida inteira. Quando os filhos tinham 10 anos, publicou "Rosa, Minha Irmã Rosa" e decidiu então entrar na aventura de escrever livros. Ainda lá está.

Fernando Pinto do Amaral

 

LISBOA

Nasceu em Lisboa, no ano de 1960, e foi uma criança que para os outros talvez parecesse mais feliz do que era. A sua família gostava muito dele – o pai, a mãe e um irmão oito anos mais velho que morreu aos vinte anos de idade num acidente de carro. Esse irmão era muito bonito e rebelde, o que hoje chamariam um «bad boy». As raparigas adoravam-no e enquanto ele ia sair com os amigos, Fernando ficava em casa a ler e a brincar, passando longas horas num mundo paralelo, onde libertava a imaginação. Foi desta maneira que começou a escrever.

 

Continua a gostar de ler e de escrever porque precisa de sair dele próprio, de fugir, de inventar coisas e pessoas diferentes daquelas que encontra todos os dias. Um escritor argentino cego chamado Jorge Luis Borges disse um dia: «Escrevo com a seriedade com que uma criança brinca». Fernando concorda com esta frase, porque sente que a escrita é uma brincadeira – uma brincadeira que nos faz rir e chorar e muitas outras coisas, mas sempre uma brincadeira, como a própria vida.

Maragrida Silva

 

LISBOA

Nasceu em Lisboa, no ano de 1960, e foi uma criança que para os outros talvez parecesse mais feliz do que era. A sua família gostava muito dele – o pai, a mãe e um irmão oito anos mais velho que morreu aos vinte anos de idade num acidente de carro. Esse irmão era muito bonito e rebelde, o que hoje chamariam um «bad boy». As raparigas adoravam-no e enquanto ele ia sair com os amigos, Fernando ficava em casa a ler e a brincar, passando longas horas num mundo paralelo, onde libertava a imaginação. Foi desta maneira que começou a escrever.

 

Continua a gostar de ler e de escrever porque precisa de sair dele próprio, de fugir, de inventar coisas e pessoas diferentes daquelas que encontra todos os dias. Um escritor argentino cego chamado Jorge Luis Borges disse um dia: «Escrevo com a seriedade com que uma criança brinca». Fernando concorda com esta frase, porque sente que a escrita é uma brincadeira – uma brincadeira que nos faz rir e chorar e muitas outras coisas, mas sempre uma brincadeira, como a própria vida.

Ondjaki

 

LUANDA

Era para ter se chamado Ondjaki, mas os pais decidiram chamar-lhe Ndalu. Nasceu em Luanda ainda no século passado, no ano de 1977. Estudou na escola Aplicação e Ensaios, mas sob forte insistência dos pais. Gostava de estigar quando era criança e ainda gosta. Gostava do mar e de um barco chamado "Tchindaya". 

 

Um dia de repente começou a escrever poemas e estórias. Gosta das palavras "varanda", "arejado", "sandália". Tem um amor infinito por crianças, pela poesia e pela sua Avó Agnette.

"Del Mar"

 

QUELIMANE

No Índico chamam-lhe “Menino do Mar” porque nasceu lá perto, bem junto ao Rio dos Bons Sinais, em Quelimane. Sim, “Menino do Mar” e nunca lhe deram outro nome, que não este. E nele moram Zambezes e Tejos. Há também quem lhe chame “Mariñeiro”. No Golfo da Biscaia também lhe chamam “O Mar” e junto ao Mar Tirreno chamam-lhe “Do Mar” - curioso, nunca se lembrou de tanta coincidência junta. Diziam as antigas lendas africanas, que lá nos mares distantes, bem longe, havia abismos medonhos e profundos. Terá ele algum abismo profundo que abriga desde tempos imemoriais? Sabe, como corpo estranho, que se encontra preso nas entranhas de mares distantes mais a norte, junto ao Atlântico e a fala do mar Índico, que transporta, ecoa ao longe, lá muito ao longe, faz tempo, muito tempo. Se ele não chegar ao seu destino, chegará o seu pequeno barco de sonhos, que procura um destino seguro.

 

Delmar Maia Gonçalves nasceu a 5 de Julho de 1969 em Quelimane, Província da Zambézia, na República de Moçambique.

Clara Palma

 

FARO

Conterrânea do Grande António Ramos Rosa de há doze anos para cá, Clara Palma é autora de “Gotinha Medrosa”, texto vencedor do I Concurso Internacional de Escritores Infanto-Juvenis La Atrevida, que maravilhou a gregos e troianos personificando numa teimosa e convincente gotinha de água, o medo e as dúvidas de muita gente.

 

Autora Atrevida e exemplo a seguir para as novas gerações da literatura infanto-juvenil lusófona, define-se a si mesmo como fisicamente normal para a sua idade, não sendo morena como o seu nome indica, mas também não sendo pálida. Alegre, divertida, vaidosa, perspicaz e diplomata, gosta de ler, escrever, estudar e adora ir à escola. Nos tempos livres é pintora, atleta e está a aprender a tocar viola. Também adora a natureza e os animais - tem uma cadela, duas gatas e dois peixes com os quais brinca sempre que pode.

Isabel Garcez

 

LISBOA

É licenciada, mestrada e quase doutorada. Gosta de estudar, portanto. Estuda principalmente Literatura e a forma como a Literatura faz as pessoas mais felizes e inteligentes. Tem a profissão perfeita porque faz livros há 17 anos e porque acredita que os livros são mesmo importantes na nossa vida. Ainda por cima, trabalha numa editora fantástica, a Caminho, que publica há muitos anos muitos livros para crianças e jovens.

 

Pertence à Associação Cultural Prado, que, como o nome indica, é uma associação cheia de gente que gosta de ruminar com os assuntos e as coisas que o mundo todo à nossa volta disponibiliza. Gosta muito de participar em congressos porque adora ouvir o que os outros pensam.

António Carlos Cortez

 

LISBOA

Nasceu em 1976, em Lisboa. Foi criado em Benfica, na Calçada do Tojal, rua onde, até inícios dos anos ´90, se realizaram memoráveis jogos de futebol entre o Borússia do Monte Lá De Baixo e o Cantareira. Nas cinco épocas em que militou nessa equipa (1984-1989) foi eleito segundo melhor marcador, atrás do mítico Miguel Ângelo de que todos ouviram falar.

 

Foi também um gazeteiro frequente às aulas da Escola Preparatória da Quinta de Marrocos (1987-1990). Ora reprovando, ora chumbando, faltava para ouvir também The Doors, banda que ditatorialmente vincou o seu gosto musical até hoje; e ler poesia, a do «Rei Lagarto», passando por Lou Reed até descobrir alguns malditos. Baudelaire, sobretudo. Um dia fixou estes versos: «Correm turvas as águas deste rio» e pensou em como as palavras dizem o mundo. Foi esse o problema. Pendurou as chuteiras e dedicou-se a tentar fazer das aulas que lecciona um constante encontro com a vida da poesia.

 

Faz crítica literária. É professor de literatura e tem a convicção profunda de que foi combatente no Vietname entre 1965-1967, onde morreu para reencarnar uma década depois. Tenta ser um bom cristão. Publicou sete livros de poesia. Recusa uma literatura sem forma. Acredita na frase “terrorismo é amor”, que é como quem diz “no mundo do terror, só o amor poderá combatê-lo”. É fã de Roland Barthes, de bons vinhos, bons queijos e boas conversas.

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